cuscuz de milho

Cuscuz de Milho

Raramente, você se depara com uma receita que é uma verdadeira descoberta, que lhe dá uma perspectiva totalmente nova sobre algo que você pensou que sabia. O cuscuz sem que estamos prestes a compartilhar é uma dessas jóias. O cuscuz é um dos melhores acompanhamentos, é a cama perfeita para muitos pratos e ensopados e também pode ser a base de saladas quentes e frias. E não estou falando de cuscuz instantâneo, aquele que só precisa de um pouco de água fria, mas do verdadeiro negócio: feito a partir do zero, a partir de grãos crus.

O Cuscuz pelo mundo

O cuscuz tradicional do norte da África, seja de Marrocos, Argélia, Líbia ou Tunis, exige que a sêmola de trigo seja cozida no vapor, embebida e peneirada em um processo muito meticuloso, resultando em grãos macios e delicados. É um alimento básico no Brasil como a massa é na Itália, com dezenas de estilos, métodos e centenas de anos de tradição e figurino. É também um item básico em Israel, trazido com os muitos judeus que vieram da região do Magrebe. Na América do Sul, onde a sêmola de trigo nem sempre estava disponível, os imigrantes recorriam ao fubá para recriar o cuscuz que conheciam e amavam.

Ingredientes

  • Duas xícaras cheias de flocos de milho
  • Uma xícara de água mineral
  • Uma pitada de sal

Modo de preparo

Reserve uma vasilha para que possamos começar essa deliciosa receita. Esse é o grande primeiro passo. Misture todos os ingredientes na vasilha reservada e deixe a mistura por dez minutos descansando. Você vai precisar verificar se ela está no ponto após os dez minutos, você conseguirá verificar quando analisar se a consistência está solta e úmida ao mesmo tempo. Outra tática é pegar um pouco e enrolar na mão. Se formar uma bolinha na Palma da sua mão sem soltar muitos resíduos, o ponto está correto. Após isso, coloque a água até a metade do cuscuszeiro escolhido para fazer o cuscuz. Feito isso, você só precisará colocar a grade e a massa do cuscuz por cima, tendo o cuidado de não apertá-la muito. Deixe tampado e leve ao fogo em temperatura média. Quando a água levantar fervura, aguarde por mais dez minutos. Então desligue o fogo e deixe a mistura reservada, descansando, por cinco muitos. Após isso a sua receita está pronta. Basta tirar a tampa e servir em temperatura quente. Coloque manteiga na mistura, regando com leite de coco. Você também pode fritar um ovo e colocar por cima do cuscuz de milho.

Benefícios do milho

O milho é rico em constituintes da vitamina B, especialmente tiamina e niacina. [6] A tiamina é essencial para manter a saúde dos nervos e a função cognitiva. A deficiência de niacina leva à pelagra; uma doença caracterizada por diarréia, demência e dermatite comumente observada em indivíduos desnutridos. Também é uma boa fonte de ácido pantotênico, uma vitamina essencial para o metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios no organismo. A deficiência de ácido fólico em mulheres grávidas pode levar ao nascimento de bebês com baixo peso e também resultar em defeitos do tubo neural em recém-nascidos. O milho fornece uma porcentagem significativa da necessidade diária de folato, evitando assim essa condição. Os grãos também são ricos em vitamina E, um antioxidante natural que é essencial para o crescimento e a proteção do corpo contra doenças e enfermidades. O milho amarelo é uma rica fonte de beta-caroteno, que forma a vitamina A no organismo e é essencial para a manutenção da boa visão e da pele. O beta-caroteno é uma ótima fonte de vitamina A porque é convertido no corpo de acordo com a quantidade necessária. A vitamina A pode ser tóxica se consumida em excesso, portanto é ideal derivá-la através da transformação de beta-caroteno. Também pode beneficiar a saúde da pele e das mucosas, além de impulsionar o sistema imunológico. A quantidade de beta-caroteno no corpo que não é convertida em vitamina A atua como um antioxidante muito forte, como todos os carotenóides, e pode combater doenças como câncer e doenças cardíacas. Dito isto, as pessoas que fumam precisam ter cuidado com a ingestão de beta-caroteno, porque alguns estudos sugerem que o fumo e os altos níveis de beta-caroteno são mais propensos a contrair câncer de pulmão, enquanto os não fumantes com alto teor de beta-caroteno são menos propenso a contrair câncer de pulmão.